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A Bacia das Almas

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Tag: ciranda e destino

1 de novembro de 2025

CURIQUEIRO

A curicagem, que na Bahia se diz bispada e de Fortaleza para cima curiçaca, nasceu ninguém ignora como roubalheira em Guimarães no Portugal: é a noite (num dia que ninguém sabe) em que uma confraria de estudantes sai pela cidade, roubam …
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11 de outubro de 202513 de outubro de 2025

Bazaró e os canteiros da guerra

Exatamente, sou casado, sou amante do gigante Bazaró e não, não confirmo e não nego que as fotos que circulam de nós dois sejam retocadas. O motivo que me leva a falar é precisamente este: não importa.

Não mataram Bazaró pela intimidade …
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11 de maio de 20252 de novembro de 2025

O povo está falando

Para salvar-nos dos apuros da comédia (ou para melhor problematizá-los) mais qualificado cabra do que Dante não existe, e isso devido não só à Sua, mas a duas circunstâncias particulares: no tempo de Dante [1] o sentido popular de “comédia” não se …
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19 de março de 20252 de novembro de 2025

Se a tragédia é superior à comédia

Estamos deitados numa cama no meio do palco do Royal Court Theatre quando pergunto a Bernard Shaw se já ficou decidido se a tragédia é superior à comédia. Ele me beija o bigode e responde: «é engraçado.»

Joseph Campbell já foi cancelado …
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13 de março de 202526 de novembro de 2025

A máquina no céu

Este texto, publicado na Forja Universal em 31 de dezembro de 2012 (e talvez antes disso na Bacia, não lembro mais), foi solicitado pela Mimosa num comentário do Bluesky. Discos voadores e Jung, o que tem aqui para não ser curtido ninguém …
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10 de março de 202518 de março de 2025

A cinza e a gente

No terceiro livro da Mundiceia está escrito que dos recursos a que não têm acesso os que têm poder, aquele que fere mortalmente o rei da morte é a alegria. É por isso que o monarca da morte não chega e não …
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24 de fevereiro de 202524 de fevereiro de 2025

Riremos

«Riremos, riremos o mundo todo, ele dizia, e dizendo convocava e ria, riremos minha nossa, riremos nossa senhora! Na fresta que ninguém vigia vai nascer a muda miúda do encanto e no desabrocho daquela espiral virá encalacrada a joia do ritmo da …
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20 de agosto de 202113 de fevereiro de 2025

O povo na cruz

Poema de 1907 de Leandro Gomes de Barros (1865-1918), patrono da cadeira número um da Academia Brasileira de Literatura de Cordel

 

Alerta, Brasil, alerta!
Desperta do sono pesado
Abre os olhos que verás
Teu povo sacrificado
Entre peste, fome e guerra…
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A propósito

«Todo escritor acaba se tornando o menos inteligente imitador de si mesmo» pode não ser a tirada mais brilhante de Borges – mas é a mais relevante.

Já fui apresentado como Paulo Brabo: escrevo livros, faço desenhos e desenho letras.

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