Pisando em larvas (ou quase)

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Fiz a ronda antes de ontem e concluí que as lagartas malditas estavam finalmente desaparecendo do pomar: em parte por algum motivo misterioso, em parte porque o Mael fez o favor (sem ironia) de detonar trocentas com a máquina de cortar grama.

Em nome da ciência, arrebanhei um punhado e coloquei num vidro com alguma folhagem com o propósito de acompanhar talvez alguma transformação (mariposa? traça? borboleta? shoggoth?) antes do desaparecimento completo dos bichos.

Eu estava no entanto muito errado quanto à sanitização iminente do pomar: ontem pela manhã dezenas de [novas] falanges de lustrosas lagartas pretas Continue lendo →

Um punhado de larvas

Meus amigos André Muceniecks e Verner Musenek exigiram este fim de semana uma atualização de status sobre o ataque das larvas malditas aqui no Monastério.

Tudo que posso dizer é que os agrupamentos de lagartas parecem menos numerosos a cada dia. Eram semana passada mais de cem, hoje deve haver menos de meia centena – mas isso não quer dizer que eu faça alguma idéia de para onde estejam indo. Ainda não as vi comendo nada, escalando qualquer coisa, crescendo de tamanho ou se aquietando em pupa.

Meus amigos malucos pediram também uma referência de escala, então aqui vai: um punhado de larvas na mão do Brabo, se é isso que vocês Continue lendo →

“Araucaria brasiliana” na Flora brasiliensis

Flora brasiliensis

Flora brasiliensis

Flora brasiliensis

O pinheiro-do-paraná, com grinfas, pinhas e pinhões, conforme descrito na obra Flora brasiliensis, produzida entre 1840 e 1906 pelos editores Carl Friedrich Philipp von Martius, August Wilhelm Eichler e Ignatz Urban, com a participação de 65 especialistas de vários países. Flora brasiliensis contém tratamentos taxonômicos de 22.767 espécies de angiospermas brasileiras, reunidos em 15 volumes, divididos em 40 partes, com um total de 10.367 páginas. Até hoje a Flora brasiliensis, que recebeu apoio financeiro do Imperador Ferdinando I da Áustria, do Rei Ludovico I da Baviera e do nosso Continue lendo →

Genes na patente

Já mencionei o assunto aqui, mas quero chamar a atenção para o estudo recente, publicado na revista Science, que revela que a quinta parte (20%) dos genes humanos já foram patenteados nos Estados Unidos.

Segundo os que apóiam a idéia, patentear material genético humano é conduta legítima porque os genes são ferramentas particularmente valiosas de pesquisa, úteis no diagnóstico de doenças e na descoberta e produção de novas drogas – em outras palavras, são dinheiro em potencial e precisam ser protegidos de outros abutres pelo abutre que chegar primeiro.

20% dos genes humanos já foram patenteados nos Estados Unidos.

Parte da controvérsia está em requerer direitos comerciais (e de invenção!) Continue lendo →

Todos os homens

A ciência confirma o que as mulheres já sabiam há anos.

Não apenas homens e mulheres são geneticamente distintos – ao ponto de ser quase correto afirmar que somos animais de espécies diferentes que acontecem de produzir prole fértil.

O cromossomo Y, que define a masculinidade, tem outras surpresas. Como esclarece Delia K. Cabe em The Book Of Y:

As mulheres trazem 23 pares de cromossomos, cada conjunto uma unidade completa – como um par de meias novo em folha. Nas mulheres o 23º par é um XX. Os homens também têm 23 pares, mas o 23º par é a dupla XY – uma meia completa e seu parceiro em frangalhos, o cromossomo Continue lendo →

Muito pêlo contrário

Os brutos também pensam.

O Dr. Aikarakudy Alias, psiquiatra do Chester Mental Health Center de Illinois, divulgou em 1996 o resultado de pesquisas conduzidas durante 22 anos entre estudantes e Homens peludos são mais inteligentes.professores universitários nos Estados Unidos e na Índia. Sua conclusão: os homens com corpo peludo são “estatisticamente” mais inteligentes.

O estudo revelou que 45% dos estudantes universitários americanos são “muito peludos”, comparados com os meros 10% da população total masculina. Uma pesquisa conduzida entre 117 membros da Mensa (gente com QI Continue lendo →


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