Dois minutos de Dancing Queen

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Meryl Streep having the time of her life no desarmante Mamma Mia.

You can dance, you can jive.

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What do you think

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O minuto final de Uma aventura na Martinica (To Have and to Have Not, 1944), baseado no romance de guerra de Ernest Hemingway. A atriz estreante que contracena com Humphrey Bogart tinha 19 anos; depois dessa reboladinha ela já era Lauren Bacall.

CRICKET (o pianista). E aí, Magrinha, ainda está feliz?
MARIE. O que você acha?

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Dois minutos de Desejo e Reparação

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A beleza é comum em Atonement, filme de Joe Wright.

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O Salário de Spielberg

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A tensão das pequenas coisas

Dos contadores de histórias que não contam suas histórias através de livros, nenhum terá me fascinado mais cedo, de forma mais desarmante e com maior freqüência do que Steven Spielberg.

Spielberg tem um vocabulário visual que é particularmente seu; um modo peculiar de enquadrar, acompanhar e fornecer ritmo à história. Encontro essa sua assinatura em todo lugar, quer o diretor esteja contando uma história de aventura, um drama ou uma comédia.

Sempre achei que esses preciosismos visuais fossem exclusividade Continue lendo →

Brush up your Shakespeare

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Keenan Wynn e James Whitmore , os gângsters gente boa de Kiss me, Kate (1953), versão para o cinema do musical de Cole Porter.

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As garotas da sociedade hoje em dia curtem poesia clássica
Então para conquistá-las é preciso citar com desenvoltura
Ésquilo e Eurípedes
Mas o poeta mais unânime
Que vai deixá-las simplesmente delirando
É o poeta que é conhecido
Como o Bardo de Stratford on Avon

Tire a poeira do seu Shakespeare
Comece a citá-lo Continue lendo →

Lars and the real girl

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Pare tudo.

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Assista quando puder o filme (este é o trailer), e retorne sem pressa à análise de meu amigo verdadeiro Manuel Anastácio:

“Lars and the Real Girl” é, para mim, a mais simpática e saudável das alegorias cristãs que já vi até hoje. É uma história de amor na acepção exposta por São Paulo no seu célebre capítulo 13 da Primeira Epístola aos Coríntios. Fosse eu professor de Educação Moral e Religiosa ou catequista, e mostraria o filme sem quaisquer pruridos na consciência aos alunos, como exemplo do que deveria Continue lendo →

Se todos tivéssemos sinos como esses

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Ben Davis (Papageno) e Amy Carson (Pamina) escapam da morte certa na adaptação de Kenneth Branagh de A Flauta Mágica de Mozart.

[flv:http://baciadasalmas.s3.amazonaws.com/movies/2008-02-03-magic-bells.flv 480 252]

PAPAGENO, TAMINA.
Não mais dor e não mais preocupação
Devemos nos apressar, nos apressar
Devemos nos apressar, nos apressar
Nos apressar, nos apressar, nos apressar

MONOTASTOS.
Por que a pressa, por que a pressa,
Por que a pressa?
Ah!
Por que não ficam um pouco mais?
Vocês acham que aprenderão
Se eu lhes ensinar boas maneiras?
Agora Monostatos capturou vocês
Vocês Continue lendo →

Quatermass 2

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Produção britânica de 1957, continuação de The Quatermass Experiment e refilmagem de um seriado de televisão produzido pela BBC dois anos antes. O filme é honorável precursor da atmosfera de pesadelo de Invasores de Corpos, das infernais infecções de Alien, o 8º Passageiro e da paranoia conspiratória de Contatos Imediatos do Terceiro Grau. Assista até o final.

O clímax do filme, que preferi não revelar aqui, oferece deliciosas criaturas Continue lendo →

Coming Attractions

Indiana Jones 4

Indy está de volta, e ao contrário de nós, não está ficando mais jovem.

Foto de Steven Spielberg

As filmagens de Indiana Jones 4 (com Shia LaBeouf, Cate Blanchett, John Hurt, Ray Winstone e Jim Broadbent) começaram dia 18 de junho deste ano. É a primeira vez que Harrison Ford veste o papel desde 1989.

Qual é a diferença

Assisti novamente esta semana, depois de um intervalo de talvez mais de vinte anos, ao filme Jogos de Guerra (Wargames), de 1983, dirigido por John Badham (de Os embalos de sábado à noite!) e estrelado por um muito jovenzinho Matthew Broderick (de Curtindo a vida adoidado).

Aqueles eram os eternos anos 80: o filme, em sua tentativa de resolver vicariamente o conflito da guerra fria, reflete adequadamene o bom-mocismo de toda a minha geração.

Concluo que, além de aventurona competente, o filme foi embrionário em mais de um sentido. Primeiro, no inconcebível mundo pré-internet em que todos vivíamos, Jogos de Guerra foi para muitos Continue lendo →

Os requintados prazeres do filme de monstro

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Há no paraíso uma ala inteira em que é sempre de madrugada e em todas as televisões está passando incessantemente filmes de monstro. Um após o outro.

Desde que me conheço por gente, e nisso não mudei nada, poucas coisas me dão maior prazer do que filme de monstro – especialmente se for preto e branco, da década de 50. Se o monstro for gigante (formiga, aranha, gafanhoto) melhor ainda. Se for gigante e pré-histórico e invadir alguma cidade – alcançou a perfeição.

Recentemente extraí da internet (por aqueles meios que não se menciona), um irretocável filme de monstro que nunca havia assistido, mesmo tendo sido Continue lendo →


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