Dois minutos de Saule, Pērkons, Daugava

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“O sol, o trovão e o [rio] Daugava”, no encerramento do Festival de Música da Letônia, em julho deste ano. O compositor (e tecladista) é Martins Braunš; a regência é de Sigvards Klava.

Absolutamente, por tudo que é mais sagrado, assista até o final.

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Pode ser conveniente aumentar o som no seu computador.

Destino

Folheando os arquivos virtuais do sáite ancestry.com, minha irmã Alice encontrou o procuradíssimo registro da viagem transatlântica do nosso bisavô paterno, que trocou a Letônia pelo Brasil na última década do século XIX. Está documentado: a 5 de novembro de 1891, com 28 anos de idade, o carpinteiro Janis Purens (ou “João Purim”, que aqui aparece disfarçado de Iwan Upurim), embarcou em Hamburgo no vapor Tijucas, com destino ao Rio de Janeiro. Iwan Purens, que havia servido no exército russo em São Petesburgo e chegara (reza a lenda familiar) Continue lendo →

História de um cavanhaque

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Cavaignac, Cantor Faria | Clique no triângulo para ouvir

 

Outro dia minha sobrinha de sete anos me olhou muito séria e perguntou porque uso cavanhaque.

Lembrei que minha amiga australiana Maeve Vella me fez uma vez a mesma pergunta via messenger, e o único modo que achei de responder foi que “sem cavanhaque fico inócuo”. Maeve então contou que uma vez um namorado seu raspou o cavanhaque e deixou-a absolutamente decepcionada. “Boy was he Continue lendo →

Marcha, soldado

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Quem não quer ouvir o Brabinho cantando mais uma?

Gravada pelo meu tio Carlos, o Bondoso, quando eu era ainda menor do que o Arthur é hoje – ou seja, há quase 37 anos de pura travessura. Para algo mais terno e menos imperialista, procure ouvir minha versão de 3 anos cantando Faz três Noites.

Marcha, soldado, Paulo Brabinho | Clique no triângulo para ouvir

Falando nisso, alguém por favor acuda a bandeira nacional.

O troll e sua kokle

O Brabo dedilhando uma kokle, que é uma espécie de cítara tradicional da Letônia – de onde vieram meus bisavós em meados de 1890. Observando embevecido a minha técnica está meu pianista André Muceniecks, que é maluco e koklenieks – fazedor de kokles (pronuncia-se cuôcles). Esta que estou tocando é a sétima que ele faz.

O cenário é o festivo arraial da Primeira Igreja Batista de Nova Odessa durante o congresso anual de descendentes de letos, celebrado fim de semana passado. Na foto o André parece segurando uma duda, que é uma gaita de foles tradicional da Letônia.

Um duelo entre este que vos fala e meu caro comparsa Continue lendo →

Matutino da Casa, Nr.3 Ano 1

Eu sabia que falávamos de antes de 1978, mas a capa deste número 3 do Matutino da Casa traz a data 11-4-76, portanto cabe supor que o número 2 seja mais antigo. Eu tinha oito anos.

O tédio parece ter tomado conta da casa da Rua Florianópolis em Londrina, mas isso não era empecilho para os intrépidos redatores do Matutino. Não importa o que não aconteça, não parem as rotativas – esse parece ter sido o nosso lema.

Sinto dizer que há pouco de notável neste número. Destaque absoluto para a capa, desenhada pela Isa. Até os classificados Continue lendo →


Depositado em juízo por Paulo Brabo · Desde 2004 · Sobre o autor e esta Bacia · Leia um livro · Olhe desenhos · Versões digitais dos manuscritos da Biblioteca do Monastério de São Brabo nas Índias Ocidentais · Fale comigo · A Bacia das Almas pode muito bem não fazer diferença nenhuma